Dr. Vinicius Spiandorello, Cirurgia Plástica
Redução de mama em Joinville, imagem ilustrativa, mulher de corpete branco, de pé diante de um espelho redondo.

Redução de Mama em Joinville

Mamoplastia redutora não é só tamanho, é o peso que você carrega

Você não chega no consultório falando de estética. Chega contando do sulco que a alça cavou no ombro, da dor que aperta no fim do expediente e da roupa que só serve quando é larga em cima. A minha primeira pergunta é o quanto isso atrapalha o seu dia, porque é daí que sai o quanto eu preciso retirar.

O que é

Como funciona a mamoplastia redutora, na prática

A mamoplastia redutora retira pele, gordura e glândula em excesso, leva a aréola para uma posição mais alta e redesenha o que fica, com o objetivo de reduzir a carga que a mama impõe ao seu tronco. É a mesma cirurgia que a maioria das pessoas procura como redução de mama.

Ela quase sempre nasce de uma queixa funcional. O peso puxa o ombro para frente, a alça do sutiã cava um sulco na pele, a dobra embaixo da mama assa no calor e correr ou pular vira problema mesmo com dois tops. Isso não é vaidade, é rotina travada.

Ela também não se confunde com o levantamento de mama, em que o volume permanece e apenas muda de posição, aqui o que sai é volume mesmo. E como a indicação nasce de uma queixa clínica, essa queixa fica registrada no seu prontuário, junto com o exame que a sustenta.

“O meu alvo não é o menor tamanho possível, é o peso que dá para tirar sem levar a forma junto.”

Toque para ouvir

Para quem é

Você se reconhece em alguma destas situações?

  • Dor no pescoço e nas costas

    Você termina o dia com o ombro travado e já organizou a rotina em volta de conviver com isso.

  • Sulco de alça no ombro

    A alça do sutiã afunda na pele e deixa marca, mesmo quando você troca de modelo ou alarga a tira.

  • Assadura embaixo da mama

    No calor a pele da dobra irrita, arde e você já perdeu a conta do que tentou para resolver.

  • Treino que não acontece

    Impacto, corrida e aula em grupo incomodam mesmo com dois sutiãs de compressão, e você foi deixando de lado.

  • Roupa escolhida pelo busto

    Você compra a peça pelo que fecha em cima e abre mão de metade do que gostaria de vestir.

Quando eu não indico

Eu não indico enquanto o seu peso estiver mudando, porque a mama acompanha essa variação. Também espero quando você parou de amamentar há pouco, porque a mama continua se modificando. Se existir alteração na mama ainda em investigação, ela vem primeiro. E se cicatriz for inegociável, eu digo na consulta, porque não existe redução sem cicatriz.

Como eu opero

Resultado previsível não vem de sorte. Vem da decisão tomada antes.

A consulta começa pela sua queixa, onde dói e o que você já deixou de fazer por causa do peso. Só depois eu examino quanto de mama existe, quanto a aréola precisa subir, como a sua pele responde e como está a dobra embaixo. O plano sai daí, e eu apresento ele inteiro antes de qualquer data, com as cicatrizes que a escolha implica e o que a cirurgia não resolve.

As 4 decisões

Como eu escolho o pedículo

O pedículo é a ponte de tecido que continua irrigando a sua aréola depois que o excesso sai. Eu escolho pelo volume da mama e pela distância que a aréola precisa subir, e quanto maior essa distância, mais a irrigação vem antes do desenho.

Quanto eu retiro sem derrubar a forma

Retirar demais alivia o peso e cobra na forma, a mama fica achatada e com a aréola alta demais para o que sobrou. Eu procuro a faixa que tira carga do seu ombro sem levar a projeção junto, e ela sai do exame.

Para onde a aréola vai e o desenho que ela deixa

A aréola sobe junto com o tecido e costuma ser reduzida de diâmetro no mesmo ato. A vertical resolve quando a sobra é menor, o T invertido entra quando sobra pele demais. Cicatriz curta eu não prometo antes do exame.

Para onde vai o tecido que sai

Tudo o que é retirado da sua mama segue para exame anatomopatológico, a análise do tecido no laboratório, em todos os casos. Não é desconfiança, é rotina, e eu leio o laudo com você no retorno.

Recuperação

Recuperação de mamoplastia redutora, em marcos e não em calendário

  1. Nas primeiras trocas de curativo

    A sensação mais comum é uma mistura estranha, alívio de peso em cima com ardência e aperto na mama. Você fica de sutiã cirúrgico, dorme mais elevada e eu prescrevo medicação para controlar a dor. Levantar o braço acima da cabeça e pegar peso ficam fora de cogitação nessa fase.

  2. Quando a cicatriz vira o assunto principal

    O foco sai da dor e passa para a pele. O ponto onde a cicatriz vertical encontra a da dobra é a área mais exigente e a que mais abre quando alguém força antes da hora. Eu olho esse encontro em cada retorno e digo o que já dá para soltar na sua rotina.

  3. Quando o treino volta a entrar na conversa

    Impacto, peso e exercício de peitoral são os últimos a voltar, e voltam depois que eu vir a sua cicatriz no consultório. É comum querer correr assim que o peso sai de cima, e é aí que a pressa cobra caro. Eu vou abrindo uma etapa de cada vez.

Antes de operar

Exames laboratoriais, liberação clínica e, conforme a sua idade e o seu histórico familiar, exame de imagem da mama antes da cirurgia. Eu reviso a sua lista de medicamentos e as cirurgias que você já fez. Se você fuma, parar antes da cirurgia é recomendado, porque melhora a circulação no encontro das cicatrizes.

O que muda o seu tempo

O quanto precisou sair, a cicatriz em T quando foi necessária, o cigarro e o seu trabalho puxam esse tempo. Por isso não fecho data antes de operar, quem dá o ritmo é a sua cicatriz.

Resultado

O que costuma acontecer depois

Resultado de cirurgia plástica com o Dr. Vinicius Spiandorello em Joinville: paciente de top e camisa aberta, foco no decote.
Resultado de cirurgia plástica com o Dr. Vinicius Spiandorello em Joinville: paciente de top, ao ar livre.
Fotos de pacientes do Dr. Vinicius, de cirurgias variadas. Elas não identificam qual procedimento foi realizado. Registros de pós-operatório publicados com autorização, conforme a Resolução CFM 2.336/2023. Resultado varia de paciente para paciente e só pode ser avaliado em consulta, olhando o seu caso.

O alívio do peso costuma aparecer cedo, ainda com inchaço e com a mama mais alta do que ela vai ficar. Conforme o inchaço sai, o tecido desce um pouco e a mama vai assentando no formato que passa a ser o seu. A cicatriz faz o caminho inverso do que a maior parte das pacientes espera, ela piora de aspecto antes de melhorar, fica avermelhada e endurecida por um tempo e só então começa a clarear, cada pele no seu ritmo. É por isso que eu prefiro mostrar essa evolução retorno a retorno a marcar uma data para você cobrar do espelho.

“O peso sai na cirurgia, a forma leva o seu tempo para assentar, e as duas coisas contam no que você enxerga no espelho.”

Investimento

O que entra no valor de mamoplastia redutora

Toque para ouvir

Quanto precisa sair e o desenho que isso exige

Mama que precisa de uma retirada maior e de cicatriz em T ocupa a sala por mais tempo do que uma vertical curta. Quem define isso é o seu exame, não o pedido.

A equipe que entra na sala com você

A cirurgia é feita com equipe cirúrgica e com anestesista, e o porte do seu caso define quanto tempo cada um fica ali.

Internação e os retornos do pós

Existe um período de internação e existem os retornos do acompanhamento, que são parte do tratamento e não um adicional.

Exames e o anatomopatológico da peça

Entram na composição os exames solicitados antes da cirurgia e o exame do tecido retirado, que eu envio ao laboratório em todos os casos.

Orçamento sério não sai por mensagem. Cada um desses itens muda de paciente para paciente, e o peso de cada um no seu caso só aparece depois que eu examino você. Na consulta eu desenho o plano da sua cirurgia e explico o que puxa a conta para cima e para baixo dentro dele. A decisão continua sendo sua.

Agendar avaliação

Dúvidas

As perguntas que eu mais escuto no consultório

Não existe valor de mamoplastia redutora antes do exame. Ele se compõe do quanto precisa ser retirado, do tempo de centro cirúrgico, da equipe, da anestesia, da internação e dos exames, e cada item muda de paciente para paciente. A avaliação presencial é o que permite pôr número em cada um deles.

Comigo, não: eu atendo de forma particular e não opero por convênio. A redução pode ser analisada pela operadora como cirurgia funcional quando existe queixa clínica registrada, mas essa autorização acontece com um serviço credenciado ao seu plano. O que é meu eu faço na consulta, examino, registro a queixa e documento o que encontrei.

Tirar peso da frente do tórax costuma aliviar a sobrecarga no ombro e na coluna, e por isso a queixa funcional entra na indicação. O que eu não prometo é o fim da dor, porque dor cervical e lombar tem mais de uma origem, e a mama é uma delas. Alteração de coluna já diagnosticada segue em acompanhamento com o especialista depois da cirurgia.

A cirurgia mexe na glândula e nos ductos, então ela pode reduzir a chance de amamentar, e isso não dá para prever antes de operar. A técnica com pedículo mantém a aréola ligada ao tecido de baixo, o que preserva parte dessa conexão, mas preservar não é assegurar. Se ainda existe gestação no seu planejamento, traga esse dado para a avaliação.

Redução de mama é cirurgia de porte, e o risco faz parte. A literatura descreve: abertura de ponto no encontro das cicatrizes em T (deiscência), sofrimento da aréola por irrigação insuficiente, que pode chegar à perda de pele ou de parte da aréola, necrose de gordura (endurecimento de uma área da mama), seroma (líquido embaixo da pele), hematoma, infecção, alteração ou perda de sensibilidade do mamilo, dificuldade ou impossibilidade de amamentar depois, cicatriz hipertrófica (espessa e elevada) ou alargada e assimetria entre os lados. Parte se resolve no acompanhamento, parte exige nova cirurgia. A cicatriz pode alargar ou engrossar, com atenção maior para o encontro do T. Os lados podem terminar diferentes em volume, em altura da aréola ou em formato, porque quase sempre já eram diferentes antes de operar. A sensibilidade do mamilo pode mudar e não voltar ao que era. Também pode sobrar ou faltar volume em relação ao que você imaginava. Se um retoque for necessário, ele é outra cirurgia, com outro pós, e isso você precisa saber antes de operar e não depois. Boa parte do que é possível já está definida pela sua mama, quanto de tecido existe, quanto a aréola precisa subir e como a sua pele responde quando é solicitada. Quanto maior a área retirada, maior a extensão de cicatriz e mais exigente fica a cicatrização. Variação de peso, gestação e amamentação depois da cirurgia modificam o que foi feito. Tabagismo, diabetes e o jeito particular de cada pele cicatrizar pesam bastante, e seguir o pós, principalmente sutiã e repouso do braço, faz parte do que você vai colher.

Agendamento

Quanto dá para reduzir sai do seu exame

Você sai da consulta sabendo o que eu indico no seu caso. A avaliação é presencial, aqui em Joinville.

Seg–Sex · 08h às 18h
Anita Garibaldi · Joinville/SC

Marcar uma avaliação não é decidir operar. É quando eu ouço o seu caso.

Segunda a sexta, das 8h às 18h.Quem responde é a equipe da clínica.

Fale no WhatsApp

Dr. Vinícius Spiandorello - Cirurgia Plástica

Sou cirurgião plástico em Joinville, com foco em cirurgia de mama e contorno corporal. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica desde 2013.

Atendimento

  • Union Cirurgia Plástica
    R. Min. Calógeras, 1485
    Joinville / SC
  • (47) 99110-2604

© 2026 Dr. Vinicius Spiandorello. Todos os direitos reservados.

Criação de sites por Tempus Tech

Política de PrivacidadeDr. Vinicius Spiandorello · CRM/SC 19275 · RQE 10954